quarta-feira, 19 de março de 2008

Minha tia Jandyra

Esta foto é também uma homenagem.

Homenagem dupla.

Para o Fabiano nós fizemos um alegre coro no

Parabéns pra você.

E a segunda homenagem é para a tia Jandyra, irmã caçula da minha mãe e a última sobrevivente de nove irmãos.

Ela também se foi há quase quatro anos.

Fique na Paz do Senhor, tia!
Na foto: Zeila, Fabiano, Idézia, Fabiana, titia, Marly, Zaurô, Izette e as minhas mãos batendo palmas. Hehehe!

Izette e Idézia

Minha prima Izette (de branco) e minha cunhada Idézia (a querida cunhada, mãe de meus três sobrinhos) numa reunião de família, um ano depois da partida da mamãe e da minha irmã mais velha. Saudades de você, Idézia! Eu a reverencio no meu blog e peço a Deus que a proteja sempre!

sexta-feira, 14 de março de 2008

Yasmin e a nossa brava e fiel Quica.


Era linda a nossa Quica. Ela viveu quatorze anos.
Apesar de, às vezes, apresentar-se um tanto depressiva, foi uma grande companheira e dedicada vigilante do nosso quintal.
A nossa malhada peluda, mestiça de várias raças e, em especial de vira-lata, também era muito amada pela nossa então pequenina Yasmin, hoje com quase onze anos.
Saudade...

quinta-feira, 13 de março de 2008

Yasmin, a nossa sobrinha por adoção

Grama alta no quintal depois de vários dias de chuva e nós duas, Yasmin (que até poderia ser minha neta) e eu, sob um belo sol que se abriu sobre as nossas cabeças. Nós e, à nossa frente, a bela rosa-chá. E viva a rosa, a rosa! Cantada em versos! Cantada em prosa!
Esta foto deve ter pouco mais de três anos. Até que nem é tão velha assim, não acham?

Um recanto gostoso


Este é o antigo canil de nossa casa, dividido em três boxes. Era a casa do Pretinho, da Quica e da filha deles, Pequetita, nossos três amigos vira-latas inesquecíveis. O canil foi transformado em um gazebo ornado de plantas.
Há uma mesa boa para leitura, para matar palavras cruzadas, jogar dominó etc. É uma delícia!

sexta-feira, 7 de março de 2008

A foto do meu perfil

Hoje, eu só queria mostrar a todos, em tamanho grande, a foto que caracteriza o meu blog. Ei-la, portanto: A Roseirinha Rosa. Linda, né não?

Marcelo, meu querido, você se lembra?


Olha nós aí no Iate Clube de Colatina, na sua Festa de Formatura do Jardim de Infância Marcelo Correia.
Eu fui a sua madrinha, você se lembra?
Quase desisti de colocar esta foto no blog, por causa do meu ridículo vestidinho tão curto, mas logo voltei atrás, pois não tinha outra foto de sua formatura e esta eu fazia questão de registrar!
Achei que seria uma tolice deixar de usar esta foto, na qual aparece a diretora do Marcelo Correia, minha amiga e xará Zélia Ferreira Giuberti.
Não é bom matar saudades?

quinta-feira, 6 de março de 2008

Fotos antigas


Gosto de velhos retratos porque eles têm tantas estórias pra contar!
Diante desta figura eu viajo no tempo: minha velha mãezinha de volta, e, ao seu lado, a nossa querida Virgínia, então muito jovem e hoje mãe de cinco filhos já crescidos, a mana Zaurô de cabelos curtinhos e junto dela a Zilnete com seu jeito de tia coruja, tendo à sua frente as amadas sobrinhas Juliana e Fabiana e, à esquerda, a nossa mana caçula Zilane.
Que saudade!
Prefiro até a ausência de retoques pelo fato de conferir um cunho mais realista à foto.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Ana Júlia, um encanto de bebê!

Que lindinha que ela é! É a primeira neta de minha prima Izette! Ela está comendo um biscoito que parece mesmo delicioso! E o pai, Ricardo Pralon, marinheiro de primeira viagem e um dos colaboradores do meu blog, não precisava estar mais embevecido! E viva a a menina de Floripa(SC), que completou oito meses!

A LUVA NEGRA

O título tinha que ser com letras maiúsculas, sim!
Foi a primeira estória comprida que escrevi. Aliás, a primeira, não, pois antes dela eu cometi uma bem pior, intitulada Lembranças e Cinzas. Mas esta última, escrita à mão, em grossos cadernos, era tão somente uma estória da autoria de uma adolescente insuportavelmente romântica e, por isso, ficou relegada às traças.
Mas, não sei porque, gostei de A Luva Negra! Tratava-se de um romance policial que foi publicado em capítulos (não mais me lembro quantos) nas páginas do jornal O COLATINENSE. Muitos dos meus conterrâneos, durante a década de sessenta, acompanharam as peripécias do simplório Inspetor Jacob.
Todas as vezes que eu ia ao Banco do Brasil, eram-me assestadas várias perguntas, proferidas pelos interessados nos acontecimentos do próximo capítulo. Curiosos e sentados atrás de seus guichês e mesas de trabalho, eles martelavam rápida e eficientemente calculadoras e máquinas de escrever Remington ou folheavam grossos calhamaços de documentos. Pois é: os rapazes que trabalhavam no Banco liam com interesse a minha estória. Como isso me gratificava! Ainda que fosse apenas uma questão de gentileza para comigo!
Muito obrigada, meus amigos!

Nossas orquídeas - 2

Esta postagem também não ficou legal!
No entanto, as orquídeas continuam lindas!

Nossas orquídeas

Que pena!
com esta postagem eu me dei mal!

segunda-feira, 3 de março de 2008

domingo, 2 de março de 2008

Meu amigo de juventude, o escritor Olney Braga


E viva os velhos amigos!
Estudamos juntos!
Fofocamos muito!
Rimos demais!
Aprendemos a dançar valsa juntos no Clube Recreativo Colatinense para não fazer feio na festa de formatura do Curso Ginasial concluído no Conde de Linhares! E, três anos depois veio o repeteco na formatura do Curso Científico! Por isso, hoje ele é um excelente pé-de-valsa! E pé-de-samba, também!
Agora, cerimoniosa, eu me curvo numa vênia diante dele. Pois não é que o menino atentado, brincalhão e dançador e muito, muito inteligente chegou a ser um escritor?
Eu homenageio você e o seu livro de capa linda e de conteúdo mais lindo ainda!
Bravo, bravo e bravo de novo!
Bravo, Olney!
Colatina se orgulha de você!
E eu também!