segunda-feira, 21 de abril de 2008

Ana Júlia, que gracinha!


Olhem só que nenê mais fofo!

É a neta de minha prima Izette que, agora, mais crescida, faz pose especial para o meu blog.

Que menininha dengosa, ô xente!

Que vontade irresistível de apertar essas bochechas, garotinha bela!

Todo meu carinho pra você, lindinha!

Beijocas. Tia Zélia

terça-feira, 15 de abril de 2008

Mãe e filha rolando na grama



Não é briga de verdade. É só uma brincadeirinha!

Quando veio para nossa casa, no início de 2005, Molly trouxe com ela as cinco filhotas. Quatro delas foram doadas. Apenas Bilu ficou conosco. Na época, a Pequetita já estava muito doente e elas tiveram um convívio mínimo.

Pequetita, que morava no canil, onde hoje foi construído o gazebo, morreu logo depois da vinda das cadelinhas que tomaram conta da casa e dos nossos corações machucados pelas mortes seguidas dos nossos velhos companheiros de guarda.

Bilu Tetéia da Silva


É esse mesmo o nome dela.
Filha de Molly, ela tem três anos.
Dengosa como o pai.
Quando quer alguma coisa, ela até parece miar (verdade!) como um gato.
Mas é fofíssima.
Não é caçadora como a mãe. Mas avança no calcanhar dos desconhecidos, isso sem causar sérios danos.
Gosta muito de talos de alface, de cenoura (crua ou cozida) de frutas como maçã, pera, manga, caqui, uva(sem caroço), kiwi,abacate, mexerica e outras que não me lembro agora. Não gosta de banana.
Adora torradas.
É medrosa.
E é muito bonitinha!

Molly, a dona do pedaço


Molly, que nasceu em Vitória, há sete anos,pertence à minha sobrinha Juliana, mas, por motivos que não vêm ao caso, ela veio morar conosco em Guarapari.
É loira e linda e a sua primeira ninhada era formada por cinco meninas peludas, três loiras e duas pretinhas, essas últimas iguaizinhas ao pai.
Dócil e inteligente, a danadinha aprende tudo com a maior facilidade e só falta falar.
É carinhosa, adorável mesmo, mas é também caçadora e quase enlouquece as minhas irmãs quando pega no quintal um filhote de passarinho, seja ele bem-te-vi, pardal, pomba-rola e até mesmo um esperto colibri.
Há poucos dias, estávamos (os cinco irmãos - Zaurô, Fabiano, Zeila, Zilane e eu) em nossa sala para a prece que nos reúne há mais de quarenta anos, às seis horas da tarde, quando, ao final, deparamo-nos com Molly que viera do quintal naquele instante trazendo um filhote de beija-flor. Infelizmente, morto.Foi um alarme geral. Mas a Molly ficou na dela.
Impávida! Ela é danadinha, mesmo!

domingo, 13 de abril de 2008

A história da nossa cadelinha



Ela nasceu juntamente com mais quatro irmãozinhos: filhotes malhados, filhotes pastores alemães, filhotes fila, cada um deles media cerca de vinte e cinco centímetros, enquanto Pequetita, minúscula, cabia na palma da mão de Zaurô, minha irmã.Ela mais parecia uma aranha negra.
Não conseguia abocanhar as tetas da mãe que, algumas horas depois do nascimento da filhota, veio trazê-la na boca, aflita, para que Zaurô resolvesse o problema.
A cadelinha ia morrer, mas, Zaurô não permitiu que isso acontecesse, passando a alimentá-la valendo-se de um conta-gotas que enchia com leite de vaca e, pacientemente, matava a fome da cadelinha.
Quando, cansada, ela parava de mamar no conta-gotas, a sua barriguinha parecia que ia estourar.
Algum tempo depois, passou a mamar num chuca.
A cadelinha cresceu, ganhou peso e, com isso, o veterinário ficou pasmo. Pasmo e alegre ao perceber que Pequetita (o nome foi dado por ele)havia sido salva pelo amor.
Ela viveu onze anos. Acho que não suportou a solidão e a saudade de seus pais, mortos no ano anterior.

Pretinho, Quica e a filhota deles, a Pequetita



Grandes amigos! Deixaram muita saudade!
Quica, a malhada, brava que só, assustava quem se atrevesse a enfrentá-la. Ela morreu aos quatorze anos.
Pretinho, que era mestiço de fila, pastor alemão, doberman e de vira-lata também, viveu dezesseis anos, sem perder os dentes ou o pêlo e nem mesmo a visão. Ele era um cachorro bravo, sim, porém não tanto quanto a sua cara-metade, mas também sabia se fazer respeitar. Meses antes de morrer, ele já não ouvia bem e tampouco soltava a voz como antes.
Quando adoecia e o veterinário precisava dopá-lo, a fim de proceder aos necessários exames, o nosso cão custava a apagar e, mesmo grogue, mostrava os dentes, ameaçador.
E, sobre a última cria deles, a Pequetita, eu tenho uma bonita estória pra contar.
Mas esta eu vou deixar para a próxima postagem.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Manacá florido - lindo!


Lá em cima daquele morro
tem um pé de manacá
Nóis vão casá
E vão pra lá.

Cê qué?
Ora, se quero, meu amô!
Cê vai?
Ora se vô, ó meu amô!

Eu pego todas flô
Do pé de manacá
E faço uma corôa
Só pra te enfeitá... Mas o manacá tá em frente lá de casa...

domingo, 6 de abril de 2008

Saint-Exupèry


"Foi o tempo que perdeste com tua rosa, que fez tua rosa tão importante, disse a raposa ao príncipe desolado ao descobrir que sua rosa não era a única, haviam milhares iguaizinhas a ela."
Aliás, o Pequeno Príncipe tem algumas boas lições sobre amizade.


Ju: ao receber a frase que você extraiu do livro de Saint-Exupèry e me enviou, via e-mail,fiz questão fechada de colocá-la no meu blog.

Realmente, como você disse,o livro tem muitas lições para ensinar.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Ainda a edícula

A edícula. Tão bonita!



A edícula de dois pavimentos finalmente foi concluída. No andar de cima, conta com dois quartos, um banheiro e varandas. No térreo ficam a lavanderia, um banheiro, área de churrasco e um atelier. O conjunto ficou uma graça, enfeitando o fundo do nosso quintal e valorizando o visual da nossa casa como um todo.