quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Zeila



Esta foto está tão fofa que deveria posta-la, não é mesmo?

quinta-feira, 17 de julho de 2008

A bonequinha da vovó


A coisinha linda e delicada que é a minha neta está quase andando..
Olha... eu vou..ou não vou... quá... posso cair..rsrsrs

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Colatina




quarta-feira, 25 de junho de 2008

Yasmin, cinco anos, que caipira bonitinha!


Mo mês que vem ela completa onze anos.
O tempo passou muito depressa!
Que pena!
Ela sempre vai enfeitar o meu blog.

domingo, 22 de junho de 2008

Que lindeza, a sua filha, Ricardo!

Que priminha bonita eu tenho!

Quando ela crescer, vai arrasar corações!
Olha que coisa tão linda e tão cheia de graça!
Ana Júlia é a mais fofinha do pedaço!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Virgínia e Zaurô(esta foi a mãe meio torta da Virgínia)


Mãe torta, foto torta, assim não dá!
Mas olhe como a Zaurô tá bonitinha aí, né não? Toda de azul, carteira e sapatos vermelhos.
Que elegante ela está, né não?

Virgínia de novo!


A minha especialidade em matéria de digitalização: Fotos cambaias.
Puxa, tinha que sobrar pra você também, Virgínia.
Se bem que a digitalização na primeira postagem que fiz no meu blog também esteja tortinha!
Um horror!
Bem... Não ligue, não...
É só uma questão de estilo... Rsrsrs....

sábado, 14 de junho de 2008

A nossa Virgínia, no tempo da Escola Normal em Guarapari


Magrinha como sempre... apesar de não ter o nosso sobrenome, ela faz parte da nossa família espiritual.
Até hoje, mesmo sendo mãe de cinco filhos, dos quais o caçula já é um dedicado estudante, ela mantém um físico impecável.
Baixinha, magrinha e com a mesma cara de guria que mostra nesta foto.
Mãe dedicada pra ninguém botar defeito!
Um beijo, Virgínia!
Um beijo também para Andréia, Camila, Rebeca, Caio e Tomás!

terça-feira, 10 de junho de 2008

Zilane no meu apê em Jardim Camburi


A foto está desbotada, mas... fazer o quê? A minha máquina não era das melhores, mesmo!
Morei sozinha alguns anos em Jardim Camburi, pois trabalhava em Vitória.
Eu tenho boas lembranças daquele tempo.
Há mais de dez anos, depois que mamãe e Zilnete partiram para uma outra vida, resolvi vender o apêzinho e voltei novamente ao convívio com as manas.
Há três anos, Fabiano também veio nos fazer companhia.
Agora, tá o povo junto e a casa quieta! É ver pra crer!

Brasil x Suécia em Londres

Juliana (de blusa amarela, mais cachecol, jeans, cinto branco) e outras quatro brasileiras numa tietagem explícita a Galvão Bueno, que naquele momento transmitia o jogo do estádio... qual era mesmo o estádio, hein Ju?
Vamos lá!
Vamos trabalhar, menina!
Vai lá em editar postagens só para complementar este texto!

Ainda no quintal de Dona Amélia


Esse quintal era uma delícia. Cheirava a folhas de chá e a temperos verdes... Delicioso!
Animais domésticos ali encontravam aconchego.
Matilde é mesmo um lugar encantador, com cheiro de roça e de terra molhada... com água fresca e límpida de fonte, enfim... com saúde no ar!
E, na foto, Paulo e eu curtindo toda aquela paz!

Casa da querida Dona Amélia, mãe de Oliésio


Oli e eu na bucólica Matilde, localidade pertencente ao município de Alfredo Chaves.
Clima gostoso, tranqüilidade, paisagens lindas e belas cachoeiras!
Muito legal!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Mais uma foto antiga


Também posaram na varanda: uma pequena vizinha nossa, Andressa, Juliana e Fabiana.
Elas eram pura inocência na flor de seus verdes anos!
Três pequerruchas adoráveis!

Mamãe e filhas

Na varanda de nossa antiga casa em Guarapari:

Zilane, em pé.
Jacyra(mamãe), Idézia e Zilnete, sentadas na mureta da varandinha.

Nossa casa de hoje resultou de uma completa reforma da casa que aparece na foto.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Filhotes da Molly - VI


Se bem eu disse, melhor eu fiz!
Bem... puxar, eu puxei, sim! Só não deu para arrastar!
Que pena!

Filhotes da Molly - V


Olhe só que tentação! Que vontade de puxar este lençol! E se eu arrastasse este pano grande pelo chão? Legal, né não?
Hehehehehehe!!!

Filhotes da Molly - IV


Olhem só que dorminhoca!

Filhotes da Molly - III


Outra vez as pequerruchas.
Será que esta pretinha é a Bilu?
Sei não... parece que ela está comprando briga!

Filhotes da Molly - II



Duas fofuras!

Quase pegando no sono...

Zzzzzzzzzzzzzzz...

Filhotes da Molly


Tão bonitinhas!
Eram cinco meninas: três loiras e duas morenas.
Uma das duas morenas era aquela que se chamaria Bilu Tetéia da Silva!
Ela era a menor e a mais implicante das irmãs, sempre partindo para a briga com todas elas.

Ainda Zeila na Beira-rio, em Colatina

Foto antiga

Olha a mana Zeila, ainda jovem, posando às margens do Rio Doce.

Zeila também em Colatina, sobre a ponte.


O por-do-sol em Colatina é lindo, especialmente no mês de abril. Situa-se justamente neste local da foto, lá nas montanhas ao fundo. O céu se enche de cor que se espalha e atinge até o leste. As cores se refletem nas águas do rio Doce, proporcionando um espetáculo simplesmente magnífico.

Zeila em frente à nossa casa de Colatina


Sim, trata-se de uma foto bem embaçada, mas nossa intenção é tão somente registrar uma lembrança. Quando minha irmã foi clicada, diante da casa, a família já se havia mudado pra Guarapari.

Ju de novo!!!!


Ju, num passeio de escuna em Guarapari. Parece até a dona do pedaço!

O que é que é isso, Ju?


Caramba!
Nunca podia imaginar tal coisa, Juliana!
Não me diga que você se postou aí atrás da tia Zeila, já de olho grande no primeiro pedaço de bolo!
Vixe, que garota gulosa!
Hehehehehehe!!!!!
Que cabelão, hein, menina?
Foto também antiga.

Carnaval - II


Oia nóis aí traveis! Melhor ainda: fantasiados de palhaços!
Da direita para a esquerda: Paulo, Inah, Oli e eu, a gorducha da turma!

Carnaval


Amigos juntos também na folia, no sambódromo de Vitória, participando do desfile da Escola de Samba UNIDOS DE JUCUTUQUARA, há alguns anos atrás: Inah, Paulo Pena, eu e Oliésio.
Bons tempos aqueles!

Eu de novo!


Eu aqui... e minha fotógrafa lá no fundo, dentro da tevê!
hehehehehe!
De chapéu, mais uma vez!

Chapéus... de novo!


Adoro chapéus!
Este é um dos meus preferidos, embora eu não o use muito, pelo fato de não combinar com quase nada que uso.
A cara, coitada, está meio pra lá do que pra cá, mas a alegria é autêntica. Eu sou uma pessoa que gosta muito de viver.
Cá entre nós: em auto-retratos, a gente costuma não sair muito bem. Mas, cá entre nós de novo: Eu gostei, ora essa!

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Fabiano e as filhas Fabiana e Juliana


Puxa! Ccomo o tempo passa!

Minha cunhada Idézia e as filhas Fabiana e Juliana


Estão lindas no retrato! As três!

Fabiana e Wagner - II

Outra foto antiga com os dois em frente à varanda antiga.

Fabiana e Wagner

Fabiana e Wagner namorando em frente à velha varanda.

Nossa Quica - foto antiga

Quica de novo!

Zeila e nossos velhos amigos - III

Zeila bem embaçadinha e Negão mais preto ainda!

Zeila e nossos velhos amigos - II

Quantas saudades!
Saudades de nossa malhada e do Pretinho, cujo apelido era Negão!

Zeila e nossos velhos amigos

A foto está embaçada, mas gosto dela assim mesmo! Olha aí o Pretinho velho de guerra! Olha aí a Quica, linda malhada, brava como quê!

domingo, 1 de junho de 2008

Meus chapéus


Adoro chapéus e bijuterias especiais.
Bolsas também são a minha perdição.
Antes de Roberto Carlos nascer, eu já gostava de vestidinhos azuis.
Mas gosto também de amarelo, de vermelho, de alaranjado.
Se não fosse tão rechonchuda, preferiria mesmo usar lindos vestidos brancos.
Mas, como dizem que branco engorda...
Melhor mesmo é parar de jogar conversa fora!

Minha sobrinha como sempre indo e vindo!


Para enfeitar meu blog, mais uma vez, olha ela aí!
Ju, na condição de colaboradora de Roseirinha rosa, faça o favor de me informar que lugar é esse onde você foi clicada, pois não tenho a mínima idéia a respeito, uma vez que não me esclareceu sobre isso.
Vamos lá?
Mãos à obra!
Tá na hora de trabalhar mesmo sem receber remuneração.

domingo, 18 de maio de 2008

Yasmin aos dez anos, quase onze!




Olha aí nossa adotiva sobrinha... ou adotiva neta?
Neste último ano como cresceu esta menina!
Ela vai completar onze anos no dia 17 de julho.
Gosta muito de estudar.
Detesta perder aulas.
Adora embolar-se com Molly e Bilu.
Quando ela chega da escola, ao meio-dia, as duas cadelinhas vão recebê-la, latindo como duas maluquetes.
As três então fazem uma farra que não tem tamanho!


sábado, 17 de maio de 2008

Vamos em frente e se possível, bem depressa, pois a fila anda...

Infelizmente, não deu!

Conforme publiquei na 11ª postagem do meu blog, eu me enchi de coragem encaminhando o original de um dos meus livros para uma editora e fiquei aguardando resposta no decorrer de cinco meses.

Recentemente, eu recebi um comunicado da tal editora.

Como sempre, a encarregada desta ingrata responsabilidade enviou-me algumas desculpas amáveis, sugerindo que eu procurasse outra editora, pois, infelizmente, não seria possível publicar meu trabalho.

O meu livro deve ter sido considerado bem ruinzinho uma vez que nem sequer foi encaminhado para o Conselho Editorial.

Tudo bem. Eu sei que existem autores melhores do que a amiga de vocês que assina este blog. Isso é um fato indiscutível.

Não vou perder tempo chorando pitangas.

No entanto, no mês passado eu mandei o mesmo original para outra editora da qual obtive uma resposta bem mais animadora em menos de uma semana. Neste caso, o meu romance já foi encaminhado para o Conselho Editorial.

Estou aguardando o resultado da avaliação.

Quando chegar às minhas mãos, seja positiva ou não, eu jogarei essa informação neste blog.

Estou torcendo para que desta vez surja a minha oportunidade!

Torçam comigo!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Ana Júlia, que gracinha!


Olhem só que nenê mais fofo!

É a neta de minha prima Izette que, agora, mais crescida, faz pose especial para o meu blog.

Que menininha dengosa, ô xente!

Que vontade irresistível de apertar essas bochechas, garotinha bela!

Todo meu carinho pra você, lindinha!

Beijocas. Tia Zélia

terça-feira, 15 de abril de 2008

Mãe e filha rolando na grama



Não é briga de verdade. É só uma brincadeirinha!

Quando veio para nossa casa, no início de 2005, Molly trouxe com ela as cinco filhotas. Quatro delas foram doadas. Apenas Bilu ficou conosco. Na época, a Pequetita já estava muito doente e elas tiveram um convívio mínimo.

Pequetita, que morava no canil, onde hoje foi construído o gazebo, morreu logo depois da vinda das cadelinhas que tomaram conta da casa e dos nossos corações machucados pelas mortes seguidas dos nossos velhos companheiros de guarda.

Bilu Tetéia da Silva


É esse mesmo o nome dela.
Filha de Molly, ela tem três anos.
Dengosa como o pai.
Quando quer alguma coisa, ela até parece miar (verdade!) como um gato.
Mas é fofíssima.
Não é caçadora como a mãe. Mas avança no calcanhar dos desconhecidos, isso sem causar sérios danos.
Gosta muito de talos de alface, de cenoura (crua ou cozida) de frutas como maçã, pera, manga, caqui, uva(sem caroço), kiwi,abacate, mexerica e outras que não me lembro agora. Não gosta de banana.
Adora torradas.
É medrosa.
E é muito bonitinha!

Molly, a dona do pedaço


Molly, que nasceu em Vitória, há sete anos,pertence à minha sobrinha Juliana, mas, por motivos que não vêm ao caso, ela veio morar conosco em Guarapari.
É loira e linda e a sua primeira ninhada era formada por cinco meninas peludas, três loiras e duas pretinhas, essas últimas iguaizinhas ao pai.
Dócil e inteligente, a danadinha aprende tudo com a maior facilidade e só falta falar.
É carinhosa, adorável mesmo, mas é também caçadora e quase enlouquece as minhas irmãs quando pega no quintal um filhote de passarinho, seja ele bem-te-vi, pardal, pomba-rola e até mesmo um esperto colibri.
Há poucos dias, estávamos (os cinco irmãos - Zaurô, Fabiano, Zeila, Zilane e eu) em nossa sala para a prece que nos reúne há mais de quarenta anos, às seis horas da tarde, quando, ao final, deparamo-nos com Molly que viera do quintal naquele instante trazendo um filhote de beija-flor. Infelizmente, morto.Foi um alarme geral. Mas a Molly ficou na dela.
Impávida! Ela é danadinha, mesmo!

domingo, 13 de abril de 2008

A história da nossa cadelinha



Ela nasceu juntamente com mais quatro irmãozinhos: filhotes malhados, filhotes pastores alemães, filhotes fila, cada um deles media cerca de vinte e cinco centímetros, enquanto Pequetita, minúscula, cabia na palma da mão de Zaurô, minha irmã.Ela mais parecia uma aranha negra.
Não conseguia abocanhar as tetas da mãe que, algumas horas depois do nascimento da filhota, veio trazê-la na boca, aflita, para que Zaurô resolvesse o problema.
A cadelinha ia morrer, mas, Zaurô não permitiu que isso acontecesse, passando a alimentá-la valendo-se de um conta-gotas que enchia com leite de vaca e, pacientemente, matava a fome da cadelinha.
Quando, cansada, ela parava de mamar no conta-gotas, a sua barriguinha parecia que ia estourar.
Algum tempo depois, passou a mamar num chuca.
A cadelinha cresceu, ganhou peso e, com isso, o veterinário ficou pasmo. Pasmo e alegre ao perceber que Pequetita (o nome foi dado por ele)havia sido salva pelo amor.
Ela viveu onze anos. Acho que não suportou a solidão e a saudade de seus pais, mortos no ano anterior.

Pretinho, Quica e a filhota deles, a Pequetita



Grandes amigos! Deixaram muita saudade!
Quica, a malhada, brava que só, assustava quem se atrevesse a enfrentá-la. Ela morreu aos quatorze anos.
Pretinho, que era mestiço de fila, pastor alemão, doberman e de vira-lata também, viveu dezesseis anos, sem perder os dentes ou o pêlo e nem mesmo a visão. Ele era um cachorro bravo, sim, porém não tanto quanto a sua cara-metade, mas também sabia se fazer respeitar. Meses antes de morrer, ele já não ouvia bem e tampouco soltava a voz como antes.
Quando adoecia e o veterinário precisava dopá-lo, a fim de proceder aos necessários exames, o nosso cão custava a apagar e, mesmo grogue, mostrava os dentes, ameaçador.
E, sobre a última cria deles, a Pequetita, eu tenho uma bonita estória pra contar.
Mas esta eu vou deixar para a próxima postagem.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Manacá florido - lindo!


Lá em cima daquele morro
tem um pé de manacá
Nóis vão casá
E vão pra lá.

Cê qué?
Ora, se quero, meu amô!
Cê vai?
Ora se vô, ó meu amô!

Eu pego todas flô
Do pé de manacá
E faço uma corôa
Só pra te enfeitá... Mas o manacá tá em frente lá de casa...

domingo, 6 de abril de 2008

Saint-Exupèry


"Foi o tempo que perdeste com tua rosa, que fez tua rosa tão importante, disse a raposa ao príncipe desolado ao descobrir que sua rosa não era a única, haviam milhares iguaizinhas a ela."
Aliás, o Pequeno Príncipe tem algumas boas lições sobre amizade.


Ju: ao receber a frase que você extraiu do livro de Saint-Exupèry e me enviou, via e-mail,fiz questão fechada de colocá-la no meu blog.

Realmente, como você disse,o livro tem muitas lições para ensinar.