quinta-feira, 17 de julho de 2008
A bonequinha da vovó
A coisinha linda e delicada que é a minha neta está quase andando..
Olha... eu vou..ou não vou... quá... posso cair..rsrsrs
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zette
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
Yasmin, cinco anos, que caipira bonitinha!
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domingo, 22 de junho de 2008
Que lindeza, a sua filha, Ricardo!
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quarta-feira, 18 de junho de 2008
Virgínia e Zaurô(esta foi a mãe meio torta da Virgínia)
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Virgínia de novo!
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sábado, 14 de junho de 2008
A nossa Virgínia, no tempo da Escola Normal em Guarapari
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terça-feira, 10 de junho de 2008
Zilane no meu apê em Jardim Camburi
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Brasil x Suécia em Londres
Juliana (de blusa amarela, mais cachecol, jeans, cinto branco) e outras quatro brasileiras numa tietagem explícita a Galvão Bueno, que naquele momento transmitia o jogo do estádio... qual era mesmo o estádio, hein Ju?
Vamos lá!
Vamos trabalhar, menina!
Vai lá em editar postagens só para complementar este texto!
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06:27
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Ainda no quintal de Dona Amélia
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Casa da querida Dona Amélia, mãe de Oliésio
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quarta-feira, 4 de junho de 2008
Mais uma foto antiga
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Mamãe e filhas
Na varanda de nossa antiga casa em Guarapari:
Zilane, em pé.
Jacyra(mamãe), Idézia e Zilnete, sentadas na mureta da varandinha.
Nossa casa de hoje resultou de uma completa reforma da casa que aparece na foto.
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terça-feira, 3 de junho de 2008
Filhotes da Molly - V
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Filhotes da Molly - III
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Filhotes da Molly
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Zeila também em Colatina, sobre a ponte.
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Zeila em frente à nossa casa de Colatina
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O que é que é isso, Ju?
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Carnaval - II
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Carnaval
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Chapéus... de novo!
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segunda-feira, 2 de junho de 2008
Zeila e nossos velhos amigos
A foto está embaçada, mas gosto dela assim mesmo! Olha aí o Pretinho velho de guerra! Olha aí a Quica, linda malhada, brava como quê!
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domingo, 1 de junho de 2008
Meus chapéus
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Minha sobrinha como sempre indo e vindo!
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domingo, 18 de maio de 2008
Yasmin aos dez anos, quase onze!
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sábado, 17 de maio de 2008
Vamos em frente e se possível, bem depressa, pois a fila anda...
Infelizmente, não deu!
Conforme publiquei na 11ª postagem do meu blog, eu me enchi de coragem encaminhando o original de um dos meus livros para uma editora e fiquei aguardando resposta no decorrer de cinco meses.
Recentemente, eu recebi um comunicado da tal editora.
Como sempre, a encarregada desta ingrata responsabilidade enviou-me algumas desculpas amáveis, sugerindo que eu procurasse outra editora, pois, infelizmente, não seria possível publicar meu trabalho.
O meu livro deve ter sido considerado bem ruinzinho uma vez que nem sequer foi encaminhado para o Conselho Editorial.
Tudo bem. Eu sei que existem autores melhores do que a amiga de vocês que assina este blog. Isso é um fato indiscutível.
Não vou perder tempo chorando pitangas.
No entanto, no mês passado eu mandei o mesmo original para outra editora da qual obtive uma resposta bem mais animadora em menos de uma semana. Neste caso, o meu romance já foi encaminhado para o Conselho Editorial.
Estou aguardando o resultado da avaliação.
Quando chegar às minhas mãos, seja positiva ou não, eu jogarei essa informação neste blog.
Estou torcendo para que desta vez surja a minha oportunidade!
Torçam comigo!
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23:27
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
Ana Júlia, que gracinha!
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terça-feira, 15 de abril de 2008
Mãe e filha rolando na grama
Não é briga de verdade. É só uma brincadeirinha!
Quando veio para nossa casa, no início de 2005, Molly trouxe com ela as cinco filhotas. Quatro delas foram doadas. Apenas Bilu ficou conosco. Na época, a Pequetita já estava muito doente e elas tiveram um convívio mínimo.
Pequetita, que morava no canil, onde hoje foi construído o gazebo, morreu logo depois da vinda das cadelinhas que tomaram conta da casa e dos nossos corações machucados pelas mortes seguidas dos nossos velhos companheiros de guarda.
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Bilu Tetéia da Silva
É esse mesmo o nome dela.
Filha de Molly, ela tem três anos.
Dengosa como o pai.
Quando quer alguma coisa, ela até parece miar (verdade!) como um gato.
Mas é fofíssima.
Não é caçadora como a mãe. Mas avança no calcanhar dos desconhecidos, isso sem causar sérios danos.
Gosta muito de talos de alface, de cenoura (crua ou cozida) de frutas como maçã, pera, manga, caqui, uva(sem caroço), kiwi,abacate, mexerica e outras que não me lembro agora. Não gosta de banana.
Adora torradas.
É medrosa.
E é muito bonitinha!
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Molly, a dona do pedaço

Molly, que nasceu em Vitória, há sete anos,pertence à minha sobrinha Juliana, mas, por motivos que não vêm ao caso, ela veio morar conosco em Guarapari.
É loira e linda e a sua primeira ninhada era formada por cinco meninas peludas, três loiras e duas pretinhas, essas últimas iguaizinhas ao pai.
Dócil e inteligente, a danadinha aprende tudo com a maior facilidade e só falta falar.
É carinhosa, adorável mesmo, mas é também caçadora e quase enlouquece as minhas irmãs quando pega no quintal um filhote de passarinho, seja ele bem-te-vi, pardal, pomba-rola e até mesmo um esperto colibri.
Há poucos dias, estávamos (os cinco irmãos - Zaurô, Fabiano, Zeila, Zilane e eu) em nossa sala para a prece que nos reúne há mais de quarenta anos, às seis horas da tarde, quando, ao final, deparamo-nos com Molly que viera do quintal naquele instante trazendo um filhote de beija-flor. Infelizmente, morto.Foi um alarme geral. Mas a Molly ficou na dela.
Impávida! Ela é danadinha, mesmo!
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domingo, 13 de abril de 2008
A história da nossa cadelinha

Ela nasceu juntamente com mais quatro irmãozinhos: filhotes malhados, filhotes pastores alemães, filhotes fila, cada um deles media cerca de vinte e cinco centímetros, enquanto Pequetita, minúscula, cabia na palma da mão de Zaurô, minha irmã.Ela mais parecia uma aranha negra.
Não conseguia abocanhar as tetas da mãe que, algumas horas depois do nascimento da filhota, veio trazê-la na boca, aflita, para que Zaurô resolvesse o problema.
A cadelinha ia morrer, mas, Zaurô não permitiu que isso acontecesse, passando a alimentá-la valendo-se de um conta-gotas que enchia com leite de vaca e, pacientemente, matava a fome da cadelinha.
Quando, cansada, ela parava de mamar no conta-gotas, a sua barriguinha parecia que ia estourar.
Algum tempo depois, passou a mamar num chuca.
A cadelinha cresceu, ganhou peso e, com isso, o veterinário ficou pasmo. Pasmo e alegre ao perceber que Pequetita (o nome foi dado por ele)havia sido salva pelo amor.
Ela viveu onze anos. Acho que não suportou a solidão e a saudade de seus pais, mortos no ano anterior.
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Pretinho, Quica e a filhota deles, a Pequetita

Grandes amigos! Deixaram muita saudade!
Quica, a malhada, brava que só, assustava quem se atrevesse a enfrentá-la. Ela morreu aos quatorze anos.
Pretinho, que era mestiço de fila, pastor alemão, doberman e de vira-lata também, viveu dezesseis anos, sem perder os dentes ou o pêlo e nem mesmo a visão. Ele era um cachorro bravo, sim, porém não tanto quanto a sua cara-metade, mas também sabia se fazer respeitar. Meses antes de morrer, ele já não ouvia bem e tampouco soltava a voz como antes.
Quando adoecia e o veterinário precisava dopá-lo, a fim de proceder aos necessários exames, o nosso cão custava a apagar e, mesmo grogue, mostrava os dentes, ameaçador.
E, sobre a última cria deles, a Pequetita, eu tenho uma bonita estória pra contar.
Mas esta eu vou deixar para a próxima postagem.
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terça-feira, 8 de abril de 2008
Manacá florido - lindo!
Lá em cima daquele morro
tem um pé de manacá
Nóis vão casá
E vão pra lá.
Cê qué?
Ora, se quero, meu amô!
Cê vai?
Ora se vô, ó meu amô!
Eu pego todas flô
Do pé de manacá
E faço uma corôa
Só pra te enfeitá... Mas o manacá tá em frente lá de casa...
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domingo, 6 de abril de 2008
Saint-Exupèry

"Foi o tempo que perdeste com tua rosa, que fez tua rosa tão importante, disse a raposa ao príncipe desolado ao descobrir que sua rosa não era a única, haviam milhares iguaizinhas a ela."
Aliás, o Pequeno Príncipe tem algumas boas lições sobre amizade.
Ju: ao receber a frase que você extraiu do livro de Saint-Exupèry e me enviou, via e-mail,fiz questão fechada de colocá-la no meu blog.
Realmente, como você disse,o livro tem muitas lições para ensinar.
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Zelita 10
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11:41
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