terça-feira, 15 de abril de 2008

Molly, a dona do pedaço


Molly, que nasceu em Vitória, há sete anos,pertence à minha sobrinha Juliana, mas, por motivos que não vêm ao caso, ela veio morar conosco em Guarapari.
É loira e linda e a sua primeira ninhada era formada por cinco meninas peludas, três loiras e duas pretinhas, essas últimas iguaizinhas ao pai.
Dócil e inteligente, a danadinha aprende tudo com a maior facilidade e só falta falar.
É carinhosa, adorável mesmo, mas é também caçadora e quase enlouquece as minhas irmãs quando pega no quintal um filhote de passarinho, seja ele bem-te-vi, pardal, pomba-rola e até mesmo um esperto colibri.
Há poucos dias, estávamos (os cinco irmãos - Zaurô, Fabiano, Zeila, Zilane e eu) em nossa sala para a prece que nos reúne há mais de quarenta anos, às seis horas da tarde, quando, ao final, deparamo-nos com Molly que viera do quintal naquele instante trazendo um filhote de beija-flor. Infelizmente, morto.Foi um alarme geral. Mas a Molly ficou na dela.
Impávida! Ela é danadinha, mesmo!

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