Ah,os anos cinqüenta! Quanta lembrança boa!
Blackboard jungle... One, two, three, o’clock eight, o’clock rock! Yeah!
Que vontade de dançar! Eu estava no Rio de Janeiro, no ano de 1955, quando fui ao Metro Passeio, na Cinelândia, a fim de assistir ao filme que era a sensação do momento e que hoje é um cult do cinema preto e branco. Foi no escurinho do cinema que eu participei daquela explosão animada de jovens, ante os acordes do primeiro rock'n'rol interpretado por Bill Halley Comets, bem no início da apresentação do filme Sementes de Violência.
Voltei a ver esse filme na tevê, semana passada, através da TCM.
No filme em uma conversa com um colega de magistério, Glenn Ford falava das dificuldades então enfrentadas pela classe.
E Sidney Poitier, o genial ator negro, ainda quase um menino, já mostrava o seu talento precoce.
O cinema, foi, para mim, um dos grandes baratos nesta vida!
Personagens marcantes: a Scarlett O’Hara, de Vivien Leigh - a meu ver, ela foi mulher mais tinhosa e egoísta dos grandes filmes. Mas, honra seja feita: determinada e corajosa ela também era! E como metia os pés pelas mãos! Um desastre em forma de mulher!
Belinda – interpretação magistral de Jane Wyman, premiada com o Oscar de 1948. O filme só foi apresentado na minha cidade natal, Colatina-ES, nos meados dos anos cinqüenta.
Na mais tocante cena que eu já assisti, no cinema, a jovem muda (Jane Wyman) se ajoelha diante do caixão onde jaz o pai e, gestualmente, ora o Pai Nosso, mostrando um sofrimento de causar arrepios e arrancar lágrimas do espectador. Magistral!
Blackboard jungle... One, two, three, o’clock eight, o’clock rock! Yeah!
Que vontade de dançar! Eu estava no Rio de Janeiro, no ano de 1955, quando fui ao Metro Passeio, na Cinelândia, a fim de assistir ao filme que era a sensação do momento e que hoje é um cult do cinema preto e branco. Foi no escurinho do cinema que eu participei daquela explosão animada de jovens, ante os acordes do primeiro rock'n'rol interpretado por Bill Halley Comets, bem no início da apresentação do filme Sementes de Violência.
Voltei a ver esse filme na tevê, semana passada, através da TCM.
No filme em uma conversa com um colega de magistério, Glenn Ford falava das dificuldades então enfrentadas pela classe.
E Sidney Poitier, o genial ator negro, ainda quase um menino, já mostrava o seu talento precoce.
O cinema, foi, para mim, um dos grandes baratos nesta vida!
Personagens marcantes: a Scarlett O’Hara, de Vivien Leigh - a meu ver, ela foi mulher mais tinhosa e egoísta dos grandes filmes. Mas, honra seja feita: determinada e corajosa ela também era! E como metia os pés pelas mãos! Um desastre em forma de mulher!
Belinda – interpretação magistral de Jane Wyman, premiada com o Oscar de 1948. O filme só foi apresentado na minha cidade natal, Colatina-ES, nos meados dos anos cinqüenta.
Na mais tocante cena que eu já assisti, no cinema, a jovem muda (Jane Wyman) se ajoelha diante do caixão onde jaz o pai e, gestualmente, ora o Pai Nosso, mostrando um sofrimento de causar arrepios e arrancar lágrimas do espectador. Magistral!

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