Atuando em Vitória como revisora de trabalhos científicos destinados à publicação, durante mais de vinte anos, tarefas que desenvolvi manualmente, deixei completamente de lado as minhas atividades como criadora de histórias e de outras modalidades de escritos. Aposentada que fui em 1994, não me animei de imediato a voltar a escrever. O cansaço de tantos anos não me permitiu tamanha coragem.
Só voltei a escrever em 1998, um ano após ter voltado para casa, meses depois de minha mãe e minha irmã terem partido para o outro lado da vida. Foi então que eu resolvi adquirir um computador.
Que delícia voltar a escrever sem precisar usar lápis e borracha ou caneta! Crônicas, contos, poesias jorraram para dentro do computador.
A partir de 2001, eu contei mais duas estórias em forma de romance, hoje devidamente registradas no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional.
E pretendo continuar. Neste blog, muitas estórias curtas estarão disponíveis para quem quiser lê-las.
À primeira delas eu dei o título que se segue: AI, QUE MEDO!
Um abraço para todos.
Que delícia voltar a escrever sem precisar usar lápis e borracha ou caneta! Crônicas, contos, poesias jorraram para dentro do computador.
A partir de 2001, eu contei mais duas estórias em forma de romance, hoje devidamente registradas no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional.
E pretendo continuar. Neste blog, muitas estórias curtas estarão disponíveis para quem quiser lê-las.
À primeira delas eu dei o título que se segue: AI, QUE MEDO!
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